SOBRE SER BOM O SUFICIENTE

Se partirmos do princípio de que vivemos em constante mudança e que sempre é possível melhorar qualquer coisa, a grande questão é: quando vamos aceitar o suficientemente bom? O “good enough”?
 
A busca da perfeição muitas vezes acaba nos paralisando pois achamos que não podemos fazer ou começar algo até que esteja “perfeito”.

Conseguir identificar o que é “suficientemente bom” é um dos maiores desafios no mundo do marketing digital.

Steve Jobs entendeu esse conceito quando lançou o iPhone 1. 

Na primeira versão, a bateria durava pouco, o som era baixo, câmera com baixa definição e o aparelho não realizava multitarefas. Mesmo sabendo que seu produto não estava perfeito, Steve Jobs soube identificar que era suficientemente bom para ser lançado no mercado. Mesmo com todos os “defeitos” o produto foi considerado uma inovação e encantou os consumidores! Um produto suficientemente bom foi o começo de um projeto de sucesso indiscutível.

 

Após o estreia do iPhone 1, a Apple pôde melhorar o produto para o lançamento das próximas versões. Tudo isso graças ao feedback de seus consumidores e ao estudo de novas tecnologias. A Apple se mostrou um exemplo definitivo de uma empresa com grande capacidade de definir o que é suficientemente bom para começar.

Durante toda a nossa vida somos levados a desconsiderar o suficientemente bom.

Quando a nota é 8,5 nos perguntamos o que faltou para tirar 10. Quando chegamos em 2º lugar, devíamos ter nos esforçado mais para ser o 1º. Essa cobrança pessoal e o pensamento intrínseco na sociedade é o exatamente o que nos impede de enxergar e aceitar o suficientemente bom.
 
A procura pela “perfeição” está relacionada ao medo de errar, de nunca ser suficientemente bom. Porém, a entrega perfeita demora mais, muitas vezes faz perder o timing da oportunidade, causa muito mais sofrimento e, cá entre nós, pode nunca vir — afinal, a perfeição é um conceito individual.
Nisso tudo, mostra-se importante a busca pela autenticidade, por ser diferente. Por entender que temos defeitos, que erramos, fracassamos e que somos bons em algumas coisas e que em outras precisamos de prática.

 

Além de todas as sutilezas inerentes nessa dinâmica de descobrir o suficientemente bom, há ainda a questão da velocidade das mudanças no mercado digital. Se por um lado é difícil definir o momento certo para lançar um projeto, por outro, o digital permite a atualização constante dele.

Muitos negócios não evoluem porque apostam altas fichas para o melhor resultado – quase perfeito – sem valorizar melhores processos e de construção de bases seguras. Esquecem das pessoas, dos processos e do caminho que deve ser percorrido até alcançar o sucesso desejado, o resultado esperado.
 
Nesse sentido, o “Good Enough Marketing” é considerado (por mim, Mariana) um projeto bom o suficiente para colocar os planos em ação! Boa sorte pra mim

Também tem um projeto bom o suficiente para sair do papel ou precisa de ajuda com a sua estratégia?!

MISSÃO

Ajudar empreendedores a desenvolver os seus projetos, encontrar os seus propósitos e trabalhar com o que amam e acreditam.

VISÃO

Ser referência em soluções de marketing eficientes e transformadoras, com um portfólio de cases de sucesso e, principalmente, de clientes satisfeitos e realizados.

VALORES

Transparência | Colaboração | Curiosidade | Comprometimento | Dedicação | Aprendizagem contínua


JUST DO YOUR BEST, THAT'S GOOD ENOUGH!